Ode A Freyja
(1° Parte O Lamentável Destino) Acostumei-me com esta prisão sem muros Em tempos de glorificar-mós os deuses fúteis Eu estou enclausurado em meus aposentos Ansiando que Deus responda as perguntas inúteis Por que meu coração foi arrancado de mim Fui por anos talhado com a lança do destino Impetuoso e cruel justificando os fins As tabernas escondiam minha mágoa O tabaco enchia meus pulmões de paz E no fim de volta a minha charneca Um lugar frio e triste a muito deixado para traz Mas a maldição não irá ter acabar Irei vagar sem alma pela terra Enquanto do amor verdadeiro eu não provar Como a cigana disse nas cartas O amor pode curar qualquer mal Menos o mal de nunca poder amar E hoje eu sou subjugado como um animal (2° Parte Déjà-vu Do Amor) Hó Deus dos incompreensíveis Longas noites de lagrimas em vão Longas noites com tormentos invisíveis Sem alguma fé, sem um coração Respeite minha dor Senhor e encerre a história Hó meu grande amor a muito perdido Tenho v...